Seu anúncio não tá caro.
Só não tá do jeito certo.
Quase nunca é problema de verba. É o público errado com o criativo errado — e a gente arruma os dois na mesma semana, porque grava o criativo e roda a mídia na mesma casa.
A conta certa
Antes de contratar ninguém, faz a conta.
Três números decidem se anunciar faz sentido pro seu negócio. Mexe nos controles com os seus. Nada aqui é estimativa nossa — é a sua matemática, e é a mesma que a gente abre na primeira conversa.
Margem é o que sobra da venda depois do custo do produto ou serviço — não é o faturamento. Se você não sabe a sua, esse é o primeiro problema a resolver, e não é com anúncio.
é o máximo que uma venda pode custar
Passou disso, você está pagando pra vender. É esse o teto que a gente persegue todo dia — não o CPL, que é só o meio do caminho.
vendas pagam a mídia do mês
Com R$ 3.000 de verba, é o mínimo pra você não sair no prejuízo — e o começo da conta, não o fim dela.
é o que essa verba precisa devolver
4 vendas no seu ticket. Abaixo disso a mídia está saindo do seu bolso, não do resultado dela.
Se ninguém te mostrou esses três números, sua campanha não está sendo gerida. Está sendo abastecida.
Certo × errado
A diferença não é o preço. É a decisão.
Seis situações que acontecem toda semana numa conta de anúncio. À esquerda, o jeito errado — que provavelmente é o que fazem com a sua hoje. À direita, o jeito certo.
O relatório chega com alcance, impressões e engajamento.
O relatório chega com quanto entrou, e quanto custou pra entrar.
O vídeo vem de uma empresa. A mídia, de outra. Quando o número cai, cada uma culpa a outra.
O vídeo e a campanha saem da mesma casa. Não tem pra quem apontar, então o problema é resolvido em vez de repassado.
O criativo cansou, então sobe a verba.
O criativo cansou, então grava outro na quinta.
A campanha está no ar há seis meses e ninguém mexeu.
Teste rodando toda semana, pra mexer na hora certa. O que perde, morre no mesmo mês.
O Business Manager é da agência. Se você sair, sai sem histórico.
O Business Manager é seu. A gente entra como parceiro e sai sem levar nada.
Você descobre que a verba acabou quando os leads param de chegar.
Um robô nosso confere o saldo das contas duas vezes por dia e avisa no WhatsApp antes de acabar.
O caminho certo
Ninguém passa o problema pra frente.
Roteiro, gravação, campanha e resultado acontecem com as mesmas pessoas. O que a campanha aprende na terça vira roteiro na quinta — não vira slide no relatório do trimestre.
- 1
O roteiro
O que o vídeo vai dizer — escrito por quem depois vai medir se funcionou.
- 2
A gravação
Estúdio próprio. O criativo já nasce no formato e na duração do anúncio.
- 3
A campanha
No ar em Meta e Google, com a verba onde o seu público realmente está.
- 4
O dado
Qual gancho segurou, onde o público caiu fora, o que custou uma venda.
↑ e aí o dado volta pra etapa 1, que é onde ele muda alguma coisa
O método certo
Três travas que a gente não abre por ninguém.
Nada é gravado sem roteiro aprovado.
Gravar antes de combinar é o jeito mais caro de descobrir que o vídeo era outro. A aprovação vem antes da câmera ligar — sempre, inclusive quando a pressa é sua.
Toda alteração fica registrada.
Pedido que vive só no WhatsApp vira a palavra de um contra a do outro no mês seguinte. O que muda na campanha e no criativo fica escrito, com data.
Carteira curta, sempre.
Quando bate o limite de clientes que a gente atende bem, o preço sobe — a quantidade não. É o que garante que a sua conta não vai rodar no automático.
O trabalho certo
O que entra todo mês.
O tráfego pago é o que traz a venda. O social é o que faz essa venda custar menos. Dá pra contratar só o primeiro — a maioria começa assim — mas vale saber o que o segundo muda na conta.
- Campanhas em Meta, Google e YouTube
- Estrutura de campanha, públicos e distribuição da verba
- Otimização semanal e teste de criativo — o que perde, morre
- Relatório com CPL, CPA e receita atribuída
O social não é o próximo passo. É o que faz esse tráfego custar menos.
Quatro coisas que acontecem dentro da sua conta de anúncio — e todas terminam no mesmo lugar: no que você paga por venda.
O clique não compra. Ele vai olhar seu perfil.
Entre o anúncio e a venda tem uma visita ao seu Instagram. Perfil parado há dois meses derruba o lead que a sua verba acabou de pagar.
É no orgânico que você acha o criativo certo — de graça.
O post que segurou atenção sem nenhum real de mídia é o próximo anúncio. Descobrir isso direto no pago significa pagar por cada hipótese testada.
O público certo é quem já te viu.
Cada mês de conteúdo constrói público de engajamento. Anunciar pra quem já te conhece sai mais barato que anunciar pra estranho — e essa diferença aparece no CPA.
Criativo cansa. Sem o próximo pronto, você anuncia com o errado.
Sem produção nova entrando, o mesmo anúncio roda até o público saturar e o CPA subir. Com calendário girando, o substituto já está gravado antes de precisar.
Social media
É ele que faz a venda custar menos.
Se hoje só cabe o tráfego, tudo bem: a gente começa por ele e soma o social quando fizer sentido pra você.
- Calendário de conteúdo do mês, fechado com você
- Produção dos posts e dos vídeos curtos
- Publicação e acompanhamento dos comentários
- Leitura do que performou — e isso vira anúncio no mês seguinte
A verba de mídia é à parte
Ela vai direto pro seu cartão na Meta e no Google. A gente não passa verba por dentro nem cobra porcentagem em cima dela.
Contrato mínimo de 3 meses
O algoritmo precisa desse tempo pra sair da fase de aprendizado. Em 30 dias você paga o aprendizado e sai antes de usar ele.
A conta de anúncio é sua
A gente entra no seu Business Manager como parceiro. No dia que você quiser sair, o histórico inteiro fica com você.